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A história da decifração da escrita hieroglífica egípcia apresenta muitas semelhanças em
vários aspectos com a escrita cuneiforme .Os esforços desenvolvidos pelos estudiosos
italianos foram infrutíferos. Em 1799, o capitão M. Boussard , do exército de Napoleão
no Nilo, encontrou na embocadura desse rio, a inscrição que hoje conhecemos por Pedra de Roseta e que se encontra no Museu Britânico. É um decreto sacerdotal em honra de Ptolomeu V Epifano , desenhado em 197/196 a. C. em duas línguas e três escritas: texto
Egípcios em hieroglífico (14 linhas) e demótico (32 linhas) e ainda uma secção semelhante em
grego (54 linhas) . Curiosamente, este parece ter sido o texto original do decreto, o que é bastante interessante, sendo as versões egípcias uma tradução livre a partir dela
Perante estes textos paralelos, um dos quais não apresentava qualquer problema linguístico,
começou-se a progredir grandemente no trabalho da decifração, apesar de a Pedra estar
muito danificada.
vários aspectos com a escrita cuneiforme .Os esforços desenvolvidos pelos estudiosos
italianos foram infrutíferos. Em 1799, o capitão M. Boussard , do exército de Napoleão
no Nilo, encontrou na embocadura desse rio, a inscrição que hoje conhecemos por Pedra de Roseta e que se encontra no Museu Britânico. É um decreto sacerdotal em honra de Ptolomeu V Epifano , desenhado em 197/196 a. C. em duas línguas e três escritas: texto
Egípcios em hieroglífico (14 linhas) e demótico (32 linhas) e ainda uma secção semelhante em
grego (54 linhas) . Curiosamente, este parece ter sido o texto original do decreto, o que é bastante interessante, sendo as versões egípcias uma tradução livre a partir dela
Perante estes textos paralelos, um dos quais não apresentava qualquer problema linguístico,
começou-se a progredir grandemente no trabalho da decifração, apesar de a Pedra estar
muito danificada.
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